empatia

Empatia

   Quando pensamos na empatia, logo vem um significado em nossa mente: a capacidade de se colocar no lugar do outro. Isso é algo tão clichê quando falamos sobre as relações humanas e, ao mesmo tempo, ouvimos tanto falar sobre a empatia, que parece algo simples de ser realizado. Porém não é bem assim.

   Relacionar-se com o outro (independente de qual é a relação) é algo árduo pois nos exige compaixão, paciência e entrega e nem sempre estamos dispostos a tudo isso.

   Sermos empáticos nos exige nos colocarmos no lugar do outro – dos outros – e esse lugar nem sempre é confortável. Mas, quando o fazemos, conseguimos aprimorar as nossas relações e, como consequência positiva, reduzirmos os conflitos advindos delas.

   O filósofo australiano Roman Krznaric. autor do livro “O poder da empatia”, revela que a empatia tem o poder de “curar” relacionamentos e de quebrar preconceitos. A empatia é definida por ele como “a arte de se colocar no lugar do outro para transformar o mundo”. Sem dúvida, a empatia nos permite transformar o mundo. A partir dela podemos repensar as nossas ações com os outros, dialogar mais, sermos mais colaborativos e pensarmos mais enquanto sociedade – comunidade.

  Em qualquer relação e em qualquer ambiente (família, escola, trabalho), a empatia precisa estar presente. É a partir dela inclusive, que conseguimos conquistar algo ainda mais valioso: o respeito. E, sem dúvida, respeitar e ser respeitado traz felicidade. Então: empatia + respeito = felicidade. E essa equação estará sempre exata.

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Pode ou não pode?

Quando chegamos em casa com o bebê, vindos dá maternidade, ou até lá mesmo, sempre nos deparamos com essas perguntas:
“Posso pegar na mãozinha?”
“Posso carregar um pouquinho?”
“Posso dar um beijinho?”
“Posso …? Qualquer coisa parecida com as mencionadas acima…

A resposta correta é: Não pode! Muitos vão achar um pouco radical, mas vejam abaixo a situação que se coloca:

O recém-nascido é extremamente suscetível a infecções por um grande número de micro-organismos e isso ocorre em função da imaturidade imunofisiológica, que resulta de limitações nos mecanismos imunológicos inatos e adaptativos. Estes vão se desenvolver aos poucos, com o crescimento da criança.

Características da pele do recém-nascido são importantes para conferir proteção contra microorganismos na fase inicial de transição do ambiente intrauterino para o meio externo, período no qual ocorre a colonização pela microbiota normal. Essa microbiota vem do contato pele a pele com mãe durante a amamentação principalmente, formando uma “barreira protetora” para outros microorganismos.

A colonização do trato gastrintestinal ocorre imediatamente após o parto, com a passagem no canal vaginal e/ou aleitamento materno e o contato com mãe/pai. O aleitamento vai fornecer proteção para os microrganismos que ela já teve contato e não os que as outras pessoas tiveram, apesar de poderem coincidir. A microbiota de cada pessoa depende de vários fatores como gênero, idade, meio em que vive, alimentação, hábitos de higiene, imunidade, entre outros.

Esse processo tem continuidade com os novos contatos que a criança vai tendo com o meio ambiente, sendo mais importantes os ocorridos nos primeiros anos de vida. O sistema imune está maduro (igual ao de um adulto) apenas aos 7 anos de idade!

Bom, com a explicação científica, fica fácil entender porque não devemos expor os recém-nascidos e crianças menores a estes riscos. Mas enfim, porque então não pode beijar e ficar “pegando na mãozinha”?

Sabe-se que os locais mais contaminados do corpo humano são a boca e as mãos. Contaminados de que? Microorganismos que geralmente não fazem mal para um adulto ou criança maior mas podem ser muito perigosos para uma criança com sistema imune em formação. Por exemplo: herpes vírus, bactérias anaeróbias e aeróbias (na boca), vírus da gripe, do resfriado, das famosas “viroses” intestinais nas mãos. A lista é enorme…

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Vale também para as crianças pequenas, que põe muito a mão na boca. Deixem que elas mesmas explorem o ambiente e adquiram seus “germes” e vitamina S (S de sujeira). Não precisa ficar passando os seus para ela.

Bom, por fim, uma última coisa, mas não menos importante, a vontade dos pais. Você pode achar exagero a mãe não querer expor a criança ao ambiente, esterilizar tudo o que ela usa ou, por outro lado, achar uma outra mãe muito desleixada com os cuidados da criança porque ela deixa ela brincar no chão ou na grama. Gente, isso são escolhas. E cada um (pais e mães) tem o direito de ter a sua. Respeitem essas escolhas!

Então a resposta para a pergunta inicial seria: Não, não pode ficar pegando a mãozinha do bebê o tempo todo, beijando, principalmente quando muito novinhos. E a principal dica é: lavem as mãos sempre.

Um abraço de uma mãe de um bebê recém-nascido.

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Dicas de viagem: África do Sul

Nota do Aqui é Cultura: Viajar é, sem sombra de dúvidas, uma das melhores coisas da vida. Convidamos a querida Roberta Leroy para escrever sobre viagens e roteiros, afinal ela é Bacharel em Turismo e é sócia diretora na Leroy Viagens. Em um primeiro texto, ela nos conta sobre sua experiência na África do Sul. Confira:

   Em nossa experiência na África, descobrimos safáris, atrativos turísticos incríveis, roteiros, hotéis e vinhos incríveis, que é a perfeita combinação para lua de mel.

   Começamos o nosso roteiro pelos safáris, no Kruger National Park, mas lembre-se sempre que existem outras opções para vários gostos. Vale a pena saber cada detalhe de cada opção para saber o que realmente você deseja. Os lodges (pousadas) de selva variam entre simples a luxuosos, por isso é muito importante identificar os detalhes de cada um.

   Próximo à Johannesburg também existem opções de passar o dia em reservas privadas de leões e elefantes. Nós escolhemos a dos leões e foi simplesmente incrível! Interagimos com os bebês, adolescentes e adultos, foi uma experiência única para a vida.

   Você entra na reserva e visita os leões por alas. Os bebês são o sonho de qualquer um que gosta dos felinos, eles parecem gatinhos com patas grandes!! Na ala dos adolescentes você anda e interage com eles, e ao mesmo tempo bate um medo que você, simplesmente, acha o máximo. Também fizemos uma caminhada com os adultos, e é preciso ter espírito de aventura e coragem. Tudo isso com acompanhamento do guia, que explica todas as regras e, além disso, na chagada, a dona da propriedade explica tudo, desde como surgiu a reserva até como eles cuidam dos animais.

Ukutula
Ukutula – Safári com os Leões – Imagem por Roberta Leroy

   Dependendo da rota e do safári que você escolher, vale a pena passar por Pretória, e ver a estátua de bronze do ex-presidente da Africa do Sul, Nelson Mandela, com nove metros de altura.

   A cidade de Cape Town é uma grande atração por várias razões: cultura, noite, gastronomia, maravilhas da natureza e as praias. A atração mais procurada é a Table Mountain. Existem opções incríveis de hotéis para sugerir de acordo com o perfil de cada um. Desde hotéis próximos à agitada Long Street, até Water Front e Green Point, que são regiões bem interessantes também.

Table Mountain
Table Mountain – Imagem por Roberta Leroy

   Uma ênfase à região de Waterfront é importante, pois, além de uma vista linda e de um shopping incrível, a região tem um mercado “fofo”, que para os amantes de mercados como eu, foi uma das coisas mais legais que visitei!

   Cabo da Boa Esperança, que faz parte da nossa história, também tem um visual incrível, e, como a Boulders Beach (a linda praia dos pinguins), são lugares que precisam ser visitados. Se tiver mais tempo, também vale a pena conhecer o presídio onde Nelson Mandela ficou preso durante 18 anos. A história é fantástica.

Boulders Beach
Boulders Beach – Imagem por Roberta Leroy

   Franschhoek e Stellenbosh são cidades pequenas, próximas à Cape Town, onde existem muitas vinícolas. É uma região linda com restaurantes deliciosos e românticos! Ressalto que é muito importante a questão da logística nestes locais para aproveitar melhor o tempo.

   Se você tem mais dias disponíveis para esticar um pouco a viagem, fica perfeito gastar esse tempo na “Garden Route”, sabendo conjugar cada uma das cidades com base em seus atrativos e preferências.

   Sobre a gastronomia: É muito interessante! Se você gosta de experimentar sabores diferentes, você vai voltar com muitas experiências legais.

   Sem dúvida a África do Sul foi um destino que se destacou bastante entre as minhas experiências de viagens.

Acesse: leroyviagens.com.br / roberta@leroyviagens.com.br

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