fasta-1732297_960_720

MÊS JUNINO

Em uma fita VHS antiga me vejo com aproximadamente cinco anos de idade, em plena comemoração de Natal na casa de minha avó paterna, cantando alegremente: “FESTA JUNINAAA”.

Sim, eu sempre amei o Natal, principalmente na hora de me deliciar com os tradicionais “capelettis” feitos pela minha família nessa época. Mas pelo vídeo fica óbvio o quanto, desde pequena, a Junina é minha festa favorita.

Claro que eu adorava as “pausas” na escola para os ensaios da quadrilha, a escolha do vestido e do par para a dança. Mas não era só isso que me atraia e ainda atrai nessa comemoração.

O misto do frio (que adoro!), das comidas gostosas, das bagunças e do jeito despojado e divertido dessa tradição sempre me encantaram! E tem algo melhor que caldo, canjica e quentão no frio?! Sem contar a decoração e os trajes sempre muito coloridos e alegres.

Por mim, ampliavam esse costume de junho para qualquer mês que faça um “friozinho”!

Fotos: Arquivo pessoal Raissa Ferri

CompartilheShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedInShare on TumblrEmail this to someonePin on PinterestShare on VK
a43f243ec0ae961563a4bd938ebfffdb

Tattoos

Desde nova sempre fui encantada por tatuagens e como aqueles desenhos marcavam os corpos das pessoas. Vários desenhos me fascinavam e fascinam até hoje.

A tatuagem é uma das muitas formas de modificação corpo humano mas, sem dúvida, uma das mais comuns e, sem dúvida, comuns também em várias culturas, cada qual com os seus próprios símbolos e significados.

Quando eu tinha 15 anos decidi fazer a minha primeira tatuagem. Era uma borboleta e ela tinha um significado para mim, a minha transformação. Bom, pelo menos era o que eu desejava ao colocá-la em minha pele. Fui com minha mãe no estúdio pois, por ser menor de idade, precisei de uma autorização assinada por ela. Senti uma dor única, própria da tatuagem, porém não me deixei abalar e fui logo planejando a minha segunda.

A segunda tatuagem, uma pequena imagem que remetia a um compasso, fiz com 18 anos. O significado, para mim, estava relacionado aos futuros caminhos que eu planejava traçar.

No início, e nas primeiras tatuagens, os significados eram importantes para mim. Algum tempo e tatuagens depois, percebi que o significado do símbolo não era tão importante quando a importância da tatuagem para mim, qualquer que fosse o desenho.

Atualmente, com meus trinta anos, tenho sete tatuagens. Duas delas são, inclusive, coberturas das primeiras tatuagens que fiz e que relatei no início do texto.

As demais, fui fazendo a medida que sentia vontade e, principalmente, quando tinha dinheiro. Eu considero tatuagem um investimento e tenho amor por todas as que tenho. E, sem dúvida, ainda farei muitas (em número ímpar, pois dizem que traz sorte).

Prefiro escolher locais mais “discretos” em meu corpo e essa escolha tem a ver comigo: tenho medo de me cansar de tanto olhar para elas. Mas, claro, preciso reconhecer que essa escolha também é influenciada pela sociedade. Infelizmente vivemos em uma cultura em que pessoas tatuadas possuem certos esterótipos negativos e podem sofrer, por isso, diversos preconceitos. Apesar disso, a medida em que o tempo foi passando eu fui “expondo” mais as minhas tatuagens e “estampando” elas em locais cada vez mais visíveis.

13109115_1100260480017563_1946398460_n

Para mim, a tatuagem é uma forma de eternizarmos os nossos desejos, sonhos e sentimentos em nossa pele. Além disso, particularmente, acho um lindo “acessório”. É como se nunca ficássemos nus totalmente e também não sentirmos solitários pois elas irão sempre nos acompanhar.

E ainda que haja dor – às vezes muita dor, quase insuportável – creio que essa faz parte do processo. E a satisfação gerada ao final de uma sessão de tatuagem – que pode durar horas –, é indescritível.

Eu me vejo bem velhinha e com várias tatuagens. E me vejo falando sobre elas aos meus filhos e netos e, quem sabe, incentivando-os a fazê-las também.

Imagens: As imagens não são minhas, todas são do Google Imagens.

CompartilheShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedInShare on TumblrEmail this to someonePin on PinterestShare on VK
sorvetes

Receita: Sorvete caseiro

Nota do Aqui é Cultura: Para aproveitar o post sobre Gelaterias Italianas que postamos na semana passada, pedimos à nossa colaboradora Fabiana Del Duca, para preparar uma receita simples e fácil de fazer de sorvete caseiro para dividirmos com vocês! Segue a receita:

Primeiramente vamos preparar a base do sorvete, para depois acrescentarmos o sabor escolhido:

BASE DO SORVETE:

– 2 caixas de creme de leite, tipo chantilly (400ml). É aquele que fica no corredor do super mercado junto com creme de creme comum e leite condensado. Sem fazer jabá, mas já usei da marca Amelia e Fleischmann e deram super certo. P.S: Nunca usei o creme de leite fresco;

– 1 caixa/lata de leite condensado;

MODO DE PREPARO:

– Deixar as duas caixinhas de creme de leite por pelo menos 30 minutos a 1 hora no freezer.

– Bata o creme de leite, na batedeira, até crescer e ficar no ponto de chantilly, sem perder muito a temperatura geladinha.

processo sorvete

– Observe a foto acima, esse é o ponto chantilly, o creme fica no batedor sem cair;

– Continue batendo e acrescente o leite condensado, e bata até misturar o dois;

– Pare de bater e acrescente o sabor desejado, misturando manualmente, sem bater na batedeira.

Pronto! Simples né?

O SABOR:

Aqui estão algumas sugestões de sabores: leite ninho, coco e morango:

– Para fazer o de leite ninho, acrescente 8 colheres de sopa de leite ninho à mistura da base do sorvete.

– Para o sorvete de morango, eu fiz uma geleia: morango, açúcar e suco de limão. Coloque os ingredientes em uma panela e deixe a água que o morango soltará secar bem, até ficar uma geleia grossa. Depois que a geleia esfriar, é só misturar com a base do sorvete. Sugestão: faça a geleia bem antes de iniciar a base do sorvete.

– Já para o sorvete de coco, faça uma calda de coco, com leite de coco e açúcar. Leve ao fogo até ficar uma calda grossa e acrescente coco ralado natural. Pode ser coco ralado do saquinho, mas ele tem que ser hidratado com água quente.

Estas são apenas algumas sugestões, você pode fazer com o que desejar, como por exemplo flocos. É só misturar chocolate ralado, use a criatividade e faça seu sabor preferido!

Sabe aquele antigo pote de sorvete industrializado que normalmente é utilizado para congelar feijão? Pois então, agora ele vai ser útil para congelar o sorvete caseiro!  A receita rende bastante, quase 2 litros de sorvete. É necessário ficar no freezer por pelo menos 24 horas antes de consumir o sorvete. A consistência é maravilhosa, cremosa e fácil de fazer uma bola.

Se alguém fizer, adoraríamos que vocês dividissem a experiência com a gente!

Bom sorvete!

CompartilheShare on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedInShare on TumblrEmail this to someonePin on PinterestShare on VK