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BH GATRONÔMICA

Como uma belo-horizontina que ama comer, já visitei diversos dos restaurantes mais renomados de Belo Horizonte, como o Glouton, Vecchio Sogno, D’Artagnan, Olga Nur, entre outros… Sou daquelas que segue o famoso dito popular “dinheiro bem gasto, é dinheiro gasto com comida” e gosto muito mais de sentar num restaurante – seja com amigos, família ou meu namorado – e aproveitar um delicioso almoço/jantar, do que ir para uma festa ou balada. E acredite, existem várias formas de experimentar os melhores (e mais caros) restaurantes de Belo Horizonte, sem gastar tanto quanto imagina!

Além das famosas compras coletivas, que podem ser feitas através dos sites GROUPON e PEIXE URBANO, em BH existem diversos passaportes gastronômicos, clubes de vantagens ou guias de benefícios, que oferecem descontos imperdíveis!

O primeiro deles que conheci foi o “Passaporte Gastrô” da Belvitur. Atualmente, o passaporte custa R$59,90 e possui 48 vouchers de diferentes restaurantes parceiros, que dão direito a um prato gratuito. A condição é comprar um prato principal e ganhar outro de igual ou menor valor.

Nesta mesma ideia de comprar dois pratos principais e pagar apenas por um deles, conheci também o “Duo Gourmet”. Compro todos os guias, desde que foi lançado e nunca me arrependi, pois mesmo que use apenas dois vouchers por semestre, já vale a pena! Também custa R$59,90 e também possui 48 vouchers de diferentes restaurantes parceiros, além de um extra que dá direito a voltar em qualquer um dos restaurantes que já tenha ido.

Outra ótima opção é o “Chef’s Club”. Quem assina o clube tem direito a descontos de 30, 40 ou 50% nos mais variados restaurantes de Belo Horizonte, que totalizam atualmente 162. A assinatura pode ser semestral, por R$129,90 ou anual, por R$170,91 e pode ser parcelada em até seis vezes. A vantagem é que muitos dos descontos podem ser utilizados para mais de duas pessoas.

Há algum tempo, conheci também o guia de benefícios “Wave Cash”, que custa R$60,00 e possui 52 cupons de descontos, que além de restaurantes incluem bares e até o Motel Forest Hills! Com ele, você ganha outro prato principal, como no “Passaporte Gastrô” e “Duo Gourmet”, ou 50% de desconto em porções em bares, para dividir com os amigos.

Mais recentemente, “passeando” pelo Instagram, descobri o “Amo Beagá”. Com a assinatura anual por R$159,00, ou 12 vezes de R$13,25, não inclui apenas descontos em restaurantes, mas também em diversos outros estabelecimentos como academias, salões de beleza, lojas de roupa, hotéis, etc. Vale a pena conhecer melhor no site (link no final do post)!

É importante se atentar para um detalhe: com qualquer um deles, existem dias e horários específicos nos quais os descontos podem ser utilizados em cada restaurante/estabelecimento, que sempre são especificados nos sites, e nos próprios guias/passaportes.

Se você souber de algum outro guia/clube/passaporte, nos envie mensagem pelo Facebook ou Instagram para conhecermos e compartilharmos também!

Imagens por: Raissa Ferri

LINKS:

Passaporte Gastrô: http://www.passaportegastro.com.br/

Duo Gourmet: http://duogourmet.com.br/belo-horizonte/

Chef’s Club: https://www.chefsclub.com.br/

Wave Cash: http://wavecash.com.br/

Amo Beagá: https://www.amobeaga.com.br/

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Diversidade cultural brasileira

Se existe algo que me encanta muito em nosso país é a nossa diversidade cultural. No Brasil nós temos a presença de diversas culturas e, por isso, é impossível nos categorizar como um povo só, homogêneo.

Indígenas, europeus, africanos e orientais. Em resumo, a nossa cultura foi constituída dessas diferentes culturas e etnias, a partir dessas, mescladas em muitas outras. Isso, em um resumo muito simplista e pouco aprofundado, é o que entendemos como “miscigenação”. Não entrarei aqui nos pontos problemáticos de nossa formação enquanto civilização brasileira (como exemplos a violenta colonização portuguesa sofrida pelos povos indígenas, os sombrios períodos em que a escravidão africana ocorreu em nosso solo e nas consequências negativas advindas de tudo isso e que persistem até os dias de hoje). Minha intenção nesse texto é focar no que há de positivo nessa “mistura”.

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Operários é um quadro pintado em 1933 por Tarsila do Amaral que representa o imenso número e a variedade racial das pessoas vindas de todas as partes do Brasil para trabalhar nas fábricas, que começavam a surgir no país, principalmente nas metrópoles, como em São Paulo na década de 1930, impulsionando o capitalismo e a imigração.

Cada região do nosso país é bem demarcada pelas raízes e culturas que a formaram e isso é muito relevante culturalmente e é expresso cotidianamente por todos nós.

O que acho mais interessante nisso são as nossas diferenças enquanto povo, expressas em nossa forma de vestir, falar, comer e até mesmo agir. Além disso, as diferenças evidenciadas em nossos traços, nas cores da pele, na textura dos cabelos, enfim, tudo aquilo que marca a nossa singularidade mas também evidencia as nossas heranças e raízes.

E fato é que tais singularidades continuam a se misturar e vão se aprofundando cada vez mais em nossa cultura. E é isso que dá mais “sabor” em nosso “jeitinho brasileiro” – o positivo, claro.

Essa confluência de diferentes formas de viver e se expressar deve ter como resultado algo que considero fundamental na sociedade: a empatia (em resumo, nos colocar no lugar do outro, sem julgamentos). Pensar em tantas diferenças juntas requer, sem dúvida, pensar na necessidade do respeito e na convivência harmônica entre todos nós. Diferenças não podem ser traduzidas em discriminações, fato tão corriqueiro – infelizmente – em nosso país.

Pensar na cultura brasileira é pensar em diversidade e essa heterogeneidade, para mim, é – e sempre será – a nossa maior riqueza.

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O valor do arquiteto

Hoje vou escrever um breve texto sobre um assunto que vem me incomodando ao longo da minha carreira profissional: o fato das pessoas se acharem no direito de colocar preço no meu serviço. E eu não sou a única a achar isso inconveniente, vários colegas de profissão já me falaram que também lidam com esse tipo de problema, e acredito que isso também afete outros ramos de trabalho. Mas neste texto vou me limitar a discutir o problema na minha área de graduação: Arquitetura e Urbanismo.

Acho que o fato das pessoas acharem que um projeto é “muito caro” é o fato destas mesmas pessoas não terem muita ideia sobre o que o arquiteto faz, muitas acham que a gente só “desenha” e “decora”. Mas é muito além disso, muito mais complexo, e é uma responsabilidade muito grande. Para este texto não ficar muito longo, sugiro que vocês deem uma lida em dois textos já publicados aqui no blog, onde discutimos o papel do arquiteto: Texto 1 | Texto 2.

Preço alto e preço baixo são coisas muito relativas. Antes de você decidir o que é caro ou barato, por favor, sugiro que contemple o orçamento do profissional, leia todos os serviços que a proposta contempla, compare e reflita. Às vezes você contrata um serviço, que ao seu ver, é muito barato achando que está fazendo um ótimo negócio. Mas as vezes o que é barato agora pode sair muito mais caro no futuro, tenha isso sempre em mente.

Um projeto arquitetônico contempla vários aspectos. Primeiramente entende-se o projeto como um “conjunto de desenhos e documentos técnicos necessários à construção”. As etapas são: programa preliminar e orçamento, aprovação do orçamento e o contrato de prestação de serviços, programa, revisão de normas e legislação vigente, levantamento, estudo preliminar, anteprojeto, projeto, projetos complementares (quando for o caso), aprovação no órgão competente (quando for o caso), detalhamento (quando for o caso), acompanhamento de obra (quando for o caso). Deu para entender a complexidade? Sem mencionar a propriedade intelectual e a responsabilidade do profissional que está desenvolvendo e assinando o projeto. Não é brincadeira, é sério. Nenhum projeto é igual ao outro, por isso que é importante avaliar os orçamentos.

Então, antes de questionar o preço, leve em consideração as informações acima, tente entrar em um acordo com o profissional na forma de facilitar o pagamento, estamos sempre abertos a negociar, mas a um preço justo. E, por favor, jamais coloque preço no trabalho de alguém, isso é desagradável e ofensivo aos profissionais, não só da área de arquitetura, mas de todas as outras. Temos que aprender a valorizar o trabalho alheio.

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